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De Maestro a Britney Spears; confira dez apelidos na Fórmula 1


 O site britânico F1 Fanatic fez uma lista com dez apelidos inesquecíveis de pilotos da Fórmula 1, que conta com "O Professor" e "O Maestro", e até mesmo com "Britney Spears". Confira a relação:





O professor (Alain Prost) - Um dos maiores pilotos da hitória da Fórmula 1, o francês ficou conhecido como "O Professor" por conta de sua habilidade com o carro, que o rendeu quatro títulos mundiais na categoria.

Teflonso (Fernando Alonso) - O espanhol Fernando Alonso ganhou um apelido um tanto quanto polêmico: Teflon é utlizado para descrever pessoas manchadas por acusações; com algumas polêmicas em sua carreira, como o episódio da batida forçada por seu companheiro na Renault, o brasileiro Nelsinho Piquet, o espanhol recebeu este "ingrato" codinome.

Schummel-Schumi (Michael Schumacher) - O apelido dado ao heptacampeão mundial da F1, apareceu pela primeira vez em tablóides alemães durante a temporada de 1994, quando Schumacher foi repetidamente acusado de quebrar regras; a palavra "Schumell" tem conotações de trapaças e desonestidade.

Britney Spears (Nico Rosberg) - Alguns pilotos receberam apelidos por conta de seus ótimos desempenhos nas pistas ou por polêmicas, enquanto Nico Rosberg recebeu o rótulo de "Britney Spears da Fórmula 1"; seus cabelos loiros, da mesma cor da cantora, fizeram com que Mark Webber, na época em que ainda eram companheiros na Williams, fizesse esta brincadeira com o alemão. Inclusive trocaram a foto de seu passaporte pelo da cantora.

O Leão (Nigel Mansell) - Após a improvável vitória no GP do Brasil em 1989, Nigel Mansell encantou os fanáticos torcedores da Ferrari e por conta de sua vibração recebeu o apelido de "O Leão".

O Rato (Niki Lauda) - Este apelido foi atribuído somente pela aparência de Niki Lauda e o acidente sofrido pelo piloto em 1976 não tem interferência; com suas vitórias, Lauda "evoluiu" para "O Rato Rei", anos depois.

O Maestro (Juan Manuel Fangio) - Diferente dos outros apelidos atribuídos a pilotos, Juan Manuel Fangio era chamado de "Maestro" não só por fãs e pela imprensa, e também por outros pilotos, o que mostra a grandeza do argentino cinco vezes campeão mundial da categoria.

O Touro dos Pampas (Jose Froilan Gonzalez) - O físico robusto do argentino, primeiro piloto a vencer uma prova pela Ferrari, rendeu o apelido de Touro do Pampas.

Black Jack (Jack Brabham) - Por não ser um piloto simpático, nem comunicativo e ter seu lado pessoal "obscuro", Jack Brabham recebeu o apelido de Black Jack .

Hunt, o "Shunt" (James Hunt) - Um piloto "maluco", esta é a melhor definição para James Hunt, campeão da F1 pela McLaren em 1976; conhecido por sempre pegar "atalhos" e por algumas batidas, o britânico recebeu este apelido.

As greves na F1

Como já havia acontecido antes da corrida de abertura da temporada de 2011 na Austrália, Sebastian Vettel voltou a criticar mudanças nas regras da Fórmula 1 na Malásia e cobrou da FIA melhoras nas condições de segurança dos pilotos.

Em longa entrevista à mídia alemã, o campeão mundial admitiu que a greve dos pilotos será a maneira de protestar contra as tremerárias inovações introduzidas no regulamento da categoria neste 2011.

“A nossa posição terá de ser ouvida antes da situação piorar e se tornar perigosa, para não apelarmos ao extremo da greve” declarou Vettel.

Os pontos que o campeão mais criticou no novo regulamento foram a introdução da asa móvel traseira, a volta do Kers e o excesso de botões de controle no volante. O alemão da Red Bull insiste que essa situação preocupa os pilotos pela exigência de se manterem de olho nos controles sem tempo para observar a pista a 300 km/h.

Caso não haja acordo entre a FIA e os pilotos, e aconteça a greve defendida por Vettel, a represália não será a primeira na história da categoria. As greves também fazem parte da história da F-1, portanto vale à pena recordá-las:

GP da Espanha, em 10 de junho de 1980, foi uma corrida em que as equipes de fábrica – Ferrari, Alfa Romeo e Renault – não largaram, embora estivessem presentes no autódromo de Jarama, em Madri.

O motivo foi uma disputa pelos dólares dos direitos de televisão cobrados pela Associação dos Construtores dos organizadores dos grandes prêmios e dos quais Jean-Marie Ballestre, então presidente da FIA, achava ter direito a uma fatia.

As equipes de fábrica apoiaram o cartola, que, sentindo-se fortalecido, retirou seus comissários da pista e decretou a corrida uma disputa pirata.

Aí o Real Automóvel Clube da Espanha apelou para a força e exigiu: ou se realizava a prova ou todos os carros seriam confiscados. O grande prêmio largou, mas sem Ferrari, Renault e Alfa, e terminou com vitória de Alan Jones, pilotando um Williams-Ford. A corrida, contudo, foi descartada do campeonato.

Nos GPs da África do Sul, de 1981 e 1982, aconteceram outras duas greves.

A primeira foi outro cabo-de-guerra entre a FIA e os construtores, ainda por pendenga financeiras. Dessa vez, Ferrari, Renault, Alfa Romeo e Ligier-Talbot, equipes oficiais das montadoras, nem foram a Johannesburgo.

Williams, Brabham, Lotus, Tyrrell, McLaren, March, Arrows e Fittipaldi, escuderias independentes, realizaram a corrida vencida por Carlos Reutemann, de Williams, que tampouco foi homologada para o campeonato daquela temporada.

Em Kyalami na África do Sul, em 23 de janeiro de 1982, aconteceu a terceira greve da história da F-1 e a primeira deflagrada pelos pilotos. Liderados por Niki Lauda, eles se negaram a correr se Balestre – sempre ele – insistisse em cobrar a multa de 2000 dólares dos pilotos, punindo-os por não comparecerem a uma reunião do comitê de segurança. Uma nova célula que o cartolão instituiu arbitrariamente na F-1, e ainda desobrigou os organizadores das provas de segurar os pilotos contra os acidentes de corrida.

Os promotores sul-africanos seguiram o exemplo dos espanhóis e ameaçaram os construtores de confisco dos carros, ou com o pagamento de 3 milhões de dólares de multa, por cada monoposto inscrito, previstos em contrato, se a corrida não acontecesse. Logicamente, a corda rebentou no lado mais fraco, e os pilotos foram obrigados pelos patrões a entrarem na pista.

Alain Prost, com o Renault Turbo, venceu a prova, mas, juntamente com os outros 26 pilotos grevistas, teve a matrícula suspensa por Balestre. Depois o cartola recuou, porque os organizadores dos outros grandes prêmios do calendário ameaçaram cancelar suas corridas se os pilotos grevistas não fossem inscritos.

No GP da Espanha de 1975, foi Emerson Fittipaldi quem fez greve. Ele se recusou a competir alegando falta de segurança no circuito de Montjuich. Forçado a largar, o brasileiro deu apenas uma volta e encostou o seu McLaren M23. O Rato tinha razão, pois a corrida foi encerrada na 29ª das 75 voltas previstas, por causa de um acidente com o Lola-Ford de Rolf Stommelem, no qual morreram cinco espectadores.

Jochen Mass foi o vencedor, mas ele e os outros pilotos que pontuaram (só seis na época) receberam metade da pontuação e nunca mais houve corridas em Montjuich.

Texto: Lemyr Martins

Os 20 fiascos de pilotos em equipes grandes na F1

Alain Prost, apesar de ter conquistado quatro vezes a Fórmula 1 ao longo da carreira, frustrou quem acreditava que ele poderia brilhar na Ferrari. Contratado pela escuderia italiana em 1990, logo após ter conquistado o tri em 1989 a bordo da McLaren, o francês foi vice-campeão na temporada de estreia, mas no ano seguinte não conseguiu nenhuma vitória e foi demitido após reclamar publicamente da equipe e do carro. Veja a seguir outros 19 fiascos de pilotos em grandes escuderias da F1.

Bicampeão pela Renault em 2005 e 2006, o espanhol Fernando Alonso foi a grande novidade da temporada 2007 ao fechar com a McLaren. No carro prateado inglês, entretanto, o asturiano não teve um bom comportamento: reclamou dos privilégios dados ao então novato Lewis Hamilton e teve o contrato rescindido, retornando no ano seguinte ao time francês.

O italiano Andrea de Cesaris chegou à McLaren em 1981 e teve uma campanha pífia com a escuderia inglesa. Ao longo da temporada, ele conseguiu somente um ponto e não prosseguiu no time no ano seguinte.

O italiano Ivan Capelli nunca tinha brilhado na Fórmula 1 entre 1985 e 1991, mas foi a aposta da Ferrari para 1992 e não correspondeu. Teve um desempenho péssimo, não subiu ao pódio em nenhuma etapa, abandonou a maioria das provas que disputou e acabou dispensado.

O então jovem inglês Jenson Button foi contratado pela Benetton em 2001 depois de ter estreado pela Williams na temporada anterior e não deixou boa impressão na equipe. Ele chegou a ser chamado de playboy pelos diretores da escuderia e deixou o time em 2002.

O escocês Johnny Dumfries pagou para correr pela Lotus em 1986 e ser companheiro de Ayrton Senna, mas não levou mais que dinheiro para a equipe. Enquanto o brasileiro foi o quarto colocado da temporada, o britânico ficou no 13º lugar, com inúmeros abandonos e nenhum pódio.

Promessa do automobilismo naquela época, o finlandês Heikki Kovalainen foi para a McLaren em 2008 com o aval do bicampeão e compatriota Mikka Hakkinen para substituir Kimi Raikkonen. Mas o nórdico nunca conseguiu acompanhar o ritmo de Lewis Hamilton nas duas temporadas no time inglês e acabou retornando à Renault em 2010.

O americano Michael Andretti foi contratado em 1993 para formar dupla com Ayrton Senna na McLaren, mas não foi capaz de sequer terminar a temporada. Ele acabou demitido durante o ano e sendo substituído pelo finlandês então piloto de testes Mika Hakkinen.

O italiano Giancarlo Fisichella fazia uma temporada até certo ponto surpreendente em 2009, quando recebeu o convite da Ferrari para substituir o brasileiro Felipe Massa, afastado para se recuperar do grave acidente sofrido na Hungria. O veterano piloto, que havia sido segundo colocado na Bélgica com uma Force India, assumiu o controle do carro vermelho e foi decepcionante: nem pontuar conseguiu.
O francês Jacques Laffite, que havia chamado a atenção pela Ligier, ganhou a chance de mostrar seu talento na Williams em 1983, mas não correspondeu às expectativas. Resultado: deixou a escuderia duas temporadas depois.

Jyrki Juhani Jarvilehto, ou JJ Lehto, não foi páreo para Michael Schumacher na Benetton em 1994. Enquanto o alemão faturou naquele ano seu primeiro título na F1, o finlandês acabou dispensado do time nas últimas provas da temporada. Pior: recebeu da imprensa o apelidado de JJ Lento.

Piloto de testes da Williams, o espanhol Marc Gené foi promovido a titular para o lugar de Ralf Schumacher, que havia sofrido uma contusão em 2004. O piloto, entretanto, teve um desempenho aquém do esperado em suas duas primeiras provas e perdeu o posto no carro inglês para o brasileiro Antônio Pizzonia.

O colombiano Juan Pablo Montoya chamou atenção nas Fórmulas 3000 e Indy e ganhou a chance na Fórmula 1 em 2001, pela Williams. Após boas temporadas, foi contratado pela McLaren em 2005, mas, no ano seguinte, anunciou que a partir de 2007 iria disputar a Nascar, principal competição Stock dos Estados Unidos. A McLaren não gostou muito da novidade e dispensou o sul-americano antes do final de 2006.

Nigel Mansell foi contratado a peso de ouro pela Ferrari em 1989, para formar dupla com Alain Prost, mas não conseguiu repetir o desempenho brilhante que teve com a Williams. Ele retornou à antiga equipe em 1991 para ser campeão em 92.

O inglês Mansell também foi protagonista de outro fiasco em 1995. Ele praticamente não correu pela McLaren no ano em questão: não se adaptou ao novo time, disse que não cabia no carro e correu apenas dois Grandes Prêmios antes de deixar o a escuderia e oficializar a saída da principal categoria do automobilismo mundial

Nelsinho Piquet não conseguiu repetir na F1 os mesmos resultados do pai. Campeão das Fórmulas 3 Inglesa e Sul-Americana e vice da GP2, o brasileiro estreou como titular da Renault em 2008 e foi discreto. Contudo, chamou mais atenção ao, após ser demitido na metade de 2009, admitir que recebeu uma ordem do diretor Flavio Briatore para causar um acidente em Cingapura e beneficiar o companheiro Fernando Alonso. Nelsinho perdeu espaço na categoria e agora corre na Nascar.

Mesmo sem ter conquistado vitórias, o sueco Stefan Johansson se destacou com pódios pela Ferarri entre 1985 e 1986 e acabou na McLaren em 1987. O nórdico, entretanto, foi ofuscado: terminou o ano em sexto lugar e fora do time inglês, substituído por Ayrton Senna.

O francês Jean Alesi, que correu pela Ferrari entre 1991 e 1995, foi contratado pela Benetton em 1996 para substituir o alemão Michael Schumacher, contratado pela escuderia italiana. Ainda que tivesse obtido resultados melhores do que o companheiro austríaco Gerhard Berger, não conseguiu vitórias e teve atuações abaixo do esperado.

A McLaren contratou o inglês Mark Blundell em 1995 e não demorou para se arrepender da escolha. Ele teve uma temporada discreta e não permaneceu no time para 1996.

Mais algumas Curiosidades da F1

O último piloto com mais de 41 anos a disputar uma prova na Formula 1 foi o inglês Nigel Mansell, que tinha 41 anos, 9 meses e 6 dias de idade, quando disputou o GP da Espanha em 1995.

O piloto mais velho a disputar uma prova, na história da Fórmula 1, foi Louis Chiron, que tinha 55 anos, 9 meses e 19 dias de idade, quando correu o GP de Monaco de 1955.

Apenas Niki Lauda, Alain Prost e Nigel Mansell venceram provas na Formula 1 após retornarem à correr na categoria, depois de um tempo afastados das pistas.

O piloto mais jovem a disputar um GP da F-1 foi o espanhol Jaime Alguersuari, que estreou na F-1 no GP da Hungria em 2009, quando tinha apenas 19 anos, 4 meses e 3 dias

O piloto com o maior número de pontos acumalado em sua carreira na F-1 é Michael Schumacher com 1369 pontos

O brasileiro a vencer mais GPs na F-1 foi Ayrton Senna. Ele venceu 41 GPs - durante 9 temporadas consecutivas (de 1985 à 1993).

O piloto a vencer mais GPs na F-1 foi Michael Schumacher. Ele venceu 91 GPs - durante 15 temporadas consecutivas (de 1992 à 2006).

Rubens Barrichello foi o piloto a obter a 100ª vitória brasileira em provas da Fórmula 1 - foi em Valência em 2009

O piloto Ayrton Senna foi o último brasileiro a vencer o Campeonato de Pilotos - foi na temporada de 1991

Emerson Fittipaldi foi o primeiro piloto brasileiro a vencer o Campeonato de Pilotos - foi na temporada de 1972

A última vez que houve um GP sem reabastecimento foi no GP da Austrália de 1993, no circuito de Adelaide

A alemã Jutta Kleischmidt foi a primeira mulher a vencer o Rali Dakar, isso no ano de 2001

O piloto com mais vitórias mas sem nenhum título foi o inglês Stirling Moss que de 1955 até 1961 venceu 16 GPs. Ele obteve quatro vice-campeonatos consecutivos (1955/58) e por três vezes consecutivas a terceira colocação (1959/61).

O piloto mais jovem a conquistar um campeonato na F-1, depois de 2000, foi o inglês Lewis Hamilton em 2008, quando tinha 23 anos, 9 meses e 25 dias, desbancando Fernando Alonso em 2005, quando tinha 24 anos 1 mês e 26 dias.

O único piloto a quebrar o recorde de vitórias numa temporada por três vezes, é Michael Schumacher. O recorde de 9 vitórias em 1995, foi quebrado em 2002, quando venceu 11 vezes. E novamente quebrado em 2004, com suas 13 vitórias.

Ayrton Senna venceu Schumacher, em confrontos diretos, por um placar de 9 x 4. Na temporada de 1991 foi de 1 x 0, na de 1992 foi de 3 x 1 e na de 1993 foi de 5 x 1. Só perdeu para o alemão em 1994 (2 x 0)

Michael Schumacher venceu o confronto direto com Ayrton Senna apenas em quatro ocasiões. Ele venceu Senna no GP da Bélgica (1992), GP de Portugal (1993), GP do Brasil e GP do Japão (1994).

Ayrton Senna venceu o confronto direto com Michael Schumacher em nove ocasiões. Ele venceu pela primeira vez no GP da Bélgica (1991), depois venceu no GP de Mônaco, Hungria e Itália (1992), GP do Brasil, Europa, Mônaco, Japão e Austrália (1993).

O piloto com o maior número de pódios conquistados em sua carreira na F-1 é Michael Schumacher. Ele subiu ao pódio nada menos que 154 vezes. Seu índice de aproveitamento é de 61,8% (dos 249 GPs disputados pelo alemão)

O piloto a subir ao maior número de pódios numa única temporada (17 pódios) foi o alemão Michael Schumacher, que na temporada de 2002 chegou nas primeiras três posições em todas as 17 etapas. Foram 11 vitórias, 5 segundos e 1 terceiro lugar

O piloto a obter a maior pontuação numa única temporada (148 pontos) foi o alemão Michael Schumacher, que na temporada de 2004 pontuou em todas as etapas. Foram 13 vitórias e 2 segundo lugares.

O piloto a obter a maior sequência de GPs pontuados (24) foi o alemão Michael Schumacher, com uma sequência que começou no GP da Hungria de 2001, encerrando-se apenas no GP da Malásia de 2003

O mais jovem piloto a vencer uma corrida de F-1 foi o piloto espanhol Fernando Alonso, ao vencer o GP da Hungria, na temporada de 2003, quando tinha apenas 22 anos e 26 dias de idade.

O primeiro piloto espanhol a vencer uma corrida, na história da F-1, foi o piloto Fernando Alonso, ao vencer o GP da Hungria de 2003, e isso quando tinha apenas 22 anos e 26 dias de idade.

O piloto italiano Teo Fabi é o único piloto que obteve a pole mas jamais liderou uma prova. Nas três ocasiões em que obteve a pole, pelas equipes Toleman e Benetton, o piloto perdeu a liderança ainda na primeira volta dessas corridas.

A última corrida disputada pela equipe Brabham foi o GP da Hungria, na temporada de 1992.

A corrida mais curta de todos os tempos foi o GP da Austrália, em 1991 disputado no circuito de Adelaide, devido a uma chuva torrencial, e após dezenas de acidentes. O total de voltas válidas foi de apenas 14.

Alain Prost tornou-se o primeiro piloto francês a vencer o Campeonato de Pilotos - foi na temporada de 1985.

A primeira corrida totalmente disputada com carros turbinados aconteceu no GP da Áustria, na temporada de 1984, no circuito de Osterreichring.

A primeira vitória de Nelson Piquet, piloto brasileiro, na Fórmula 1, foi no GP de Long Beach, na temporada de 1980.

A última corrida do piloto James Hunt foi no GP de Mônaco, na temporada de 1979. James Hunt era britânico.

A 176ª e última corrida de Graham Hill foi o GP do Brasil de 1975. O piloto inglês morreria no final desse ano,na queda de um monomotor que ele mesmo pilotava.

A primeira vez que o Pace Car foi utilizado foi no GP do Canadá, na temporada 1973.

A última vitória de um carro com pneus Firestone aconteceu no GP dos EUA na temporada de 1972 - quando Emerson Fittipaldi ganhou seu primeiro campeonato mundial na F-1.

A primeira pole da equipe Renault foi conquistada pelo espanhol Fernando Alonso, nos treinos oficiais para o GP da Malásia de 2003. A equipe fez também a dobradinha, conquistando a 2ª posição do grid.

O piloto mais jovem a fazer uma pole foi o espanhol Fernando Alonso - com a idade de 21 anos e 7 meses - nos treinos oficiais para o GP da Malásia de 2003.

A equipe que fez mais pódios em seqüência foi a Ferrari. Foram 53 corridas com pelo menos um carro da Ferrari no pódio, numa seqüência iniciada no GP da Malásia de 1999 até o GP do Japão de 2002.

O piloto com a maior seqüência de pódios é o alemão Michael Schumacher. Foram 21 pódios consecutivos iniciados no GP dos EUA de 2001 e que só terminou no GP do Japão de 2002.

O ex-piloto com o maior número de pódios conquistados em sua carreira na Fórmula 1 foi o francês Alain Prost. Ele subiu ao pódio nada menos que 106 vezes. Seu índice de aproveitamento foi de 53% (do total de 200 GPs disputados em sua carreira)

O piloto que disputou o maior número de GPs antes de conseguir obter sua primeira vitória foi o brasileiro Rubens Barrichello. Ele precisou disputar 124 GPs antes desse feito.

A única pole position conquistada com um tempo inferior a 1 minuto foi conseguida por Niki Lauda, no GP da França de 1974, em Dijon-Prenois - apenas 58 segundos e 79 centésimos.

O piloto que mais Km percorreu em GPs na F-1 foi o italiano Ricardo Patrese. No total de seus 256 GPs disputados nas temporadas de 1977 à 1993, ele completou 52.129 Km.

O piloto mais jovem a conquistar um título mundial, antes de 2000 na F-1, foi o brasileiro Emerson Fittipaldi. Ele venceu a temporada de 1972, quando tinha apenas 25 anos e nove meses.

O piloto mais velho a conquistar um título mundial na F-1 foi o argentino Juan Manuel Fangio. Ele tinha 46 anos na época.

O mais jovem piloto a conquistar de uma pole-position na F-1 foi o brasileiro Rubens Barrichelo. Aos 22 anos e três meses ele fez a pole para o GP da Bélgica, na temporada de 1994. O recorde durou nove anos, até que Alonso superou o recorde em 2003

Em toda a história do mundial de Fórmula 1 apenas dois pilotos tiveram o privilégio de conquistar o maior número de poles, foram o brasileiro Ayrton Senna e o alemão Michael Schumacher, com suas 65 poles (até abril/2005).

A última vez em que o campeão e o vice eram do mesmo país aconteceu em 1964, com os pilotos ingleses John Surtees e Graham Hill.

A primeira vez em que o campeão e o vice eram do mesmo país aconteceu em 1952, com os italianos Alberto Ascari e Giuseppe Farina.

Stirling Moss é considerado o melhor piloto inglês de todos os tempos e o melhor piloto não-campeão da história da Fórmula 1. De 1955 até 1961 ele se classificou sempre em segundo e terceiro lugares consecutivamente.

A maior velocidade média já alcançada por um carro de Fórmula 1, foi alcançada pelo piloto brasileiro Rubens Barrichello, nos treinos para o GP de Monza de 2004. A velocidade alcançada foi de 260,395 km/h.

A maior velocidade em treinos oficiais, que permaneceu mais tempo sem ser batida, foi de 258,983 km/h, com o finlandês Keke Rosberg (Williams-Honda turbo), em Silverstone, na pole position do GP britânico de 1985. Ela permaneceu até o ano de 2002.

O primeiro piloto de Fórmula 1 a correr numa pista com seu nome foi o canadense Gilles Villeneuve, mas só após a sua morte. Isso também ocorreu com o brasileiro José Carlos Pace, em Interlagos e os irmãos Pedro e Ricardo Rodriguez, na Cidade do México.

O campeão com a melhor média de vitórias em sua carreira na Fórmula 1 foi Alberto Ascari em 1952 - ele obteve seis vitórias, numa temporada de apenas oito corridas - um índice de aproveitamento de 75%.

O campeão com a melhor média de pole positions foi Nigel Mansell em 1992 - ele obteve 14 poles num total de 16 corridas - índice de 87,5% de aproveitamento.

Alain Prost, em 1988, conquistou 7 vitórias e 7 segundos lugares, e "conseguiu" não ser campeão. Pela pontuação atual seriam 112 pontos. Mas ele teve que tirar três segundos lugares e assim o campeão foi o piloto brasileiro Ayrton Senna.

Juan Manuel Fangio foi campeão em todas as 4 equipes em que correu - Alfa Romeo, Mercedes, Ferrari e Maserati.

Denny Hulme em 1967 e Niki Lauda em 1984 foram campeões sem nenhuma pole position.

A menor diferença entre um campeão e um vice foi em 1984 - Niki Lauda venceu Alain Prost por apenas meio ponto.

Jochen Rindt é o único piloto campeão póstumo. Ele morreu na curva Parabólica de Monza, em 5/setembro/1970, mas só foi campeão no dia 4 de outubro, quando Emerson Fittipaldi garantiu o título, ao ganhar sua primeira vitória na Fórmula 1, no GP dos EUA.

O alemão Wolfgang von Trips (1961) e o sueco Ronnie Peterson (1978) são os únicos vice-campeões póstumos.

A Europa é o Continente com mais campeões mundiais – 17. A América tem 7, a Oceania 3 e a África 1. Só a Ásia ainda não tem nenhum campeão.

Em toda a história do mundial de Fórmula 1 apenas 2 pilotos tiveram o privilégio de conquistar todos seus 3 maiores recordes (campeonatos, vitórias e pole positions) - o italiano Alberto Ascari e o argentino Juan Manuel Fangio.

Em duas temporadas, 1964 e 1988, o vice fez mais pontos do que o campeão. Em 1964 Graham Hill fez 41 pontos mas tirou 2 e John Surtees ganhou com 40. Em 1988 Alain Prost fez 105 pontos, ficou com 87 e Ayrton Senna fez 94 e ficou com 90.

Os recordistas de pole positions foram Fangio de 1950 a 1952, Ascari em 1953, novamente Fangio de 1954 a 1967, Clark de 1967 a 1989, e Ayrton Senna desde 1989.

Os únicos campeões com apenas uma vitória na temporada foram os pilotos Mike Hawthorn em 1958 e Keke Rosberg em 1982.

Das 60 temporadas de F-1 até 2008 em apenas 4 o campeão e o vice eram patrícios. Em 1952 Alberto Ascari e Giuseppe Farina. Juan-Manuel Fangio e Froilan Gonzalez em 1954. Mike Hawthorn e Stirling Moss em 1958 e John Surtees e Graham Hill em 1964.

Alberto Ascari venceu 9 GPs consecutivos, os 6 últimos de 1952 e os 3 primeiros de 1953, equivalendo a 7 vitórias consecutivas na Fórmula 1. Na mesma época venceu as 500 Milhas de Indianápolis, que integrou o mundial de pilotos de 1950 a 1960.

28 pilotos já foram campeões mundiais de F-1, sendo 8 britânicos (6 ingleses e 2 escoceses), 3 brasileiros; a turma com 2 (Itália, Austrália, Austria, EUA, Finlândia), e com 1 (Argentina, Nova-zelândia, África Sul, França, Alemanha, Canadá e Espanha).

O Brasil é o único país com dois tricampeões de Fórmula 1 e com três pilotos com mais de um título mundial - Nelson Piquet (3), Ayrton Senna (3) e Emerson Fittipaldi (2)

O campeão com a melhor média de vitórias é Alberto Ascari em 1952 - seis vitórias numa temporada de oito corridas - 75%

O campeão com a melhor média de pontos é Jim Clark em 1963 e 1965. Com 6 resultados válidos, Clark obteve a pontuação máxima pelo regulamento da época (6 vitórias, média de 9 pontos/GP). Pela pontuação atual, seriam 80 pontos, média de 8 pontos/GP.

Nelson Piquet, quando largou para disputar o GP do Brasil de 1988, tornou-se o primeiro piloto de Fórmula 1 a correr num autódromo com o seu nome quando ainda estava vivo.

Stirling Moss é o único piloto da história da Fórmula 1 que conseguiu classificar-se entre os 3 primeiros em 7 temporadas consecutivas. De 1955 a 1958 foi vice-campeão e de 1959 a 1961 foi terceiro colocado no campeonato.

O primeiro e o último campeão com motor turbo na Fórmula 1 foram brasileiros: Nelson Piquet em 1983, com motor BMW, e Ayrton Senna em 1988, com Honda.

A maior velocidade média numa volta em Grande Prêmio foi de 249,835 km/h, conseguida pelo piloto inglês Damon Hill (Williams-Renault) em Monza, no GP da Itália de 1993.

Marshall Teague

Você deve estar se perguntando quem é esse tal de Marshall Teague? Eu esxplico se você reparar bem na foto verá que ele foi quem inspirou o Doc Hudson, bom talvez você novamente esteja se perguntando: quem é esse tal de doc? Ai eu te respondo. É um dos personagens do filme Carros, se você olhar bem perceberá que o Doc foi insipirado no carro do King of the Beach,pois era assim que Marshall Teague era chamado. Quer saber mais da carreira de Marsahll clique aqui.




Osama Bin Laden na F1

O terrosista Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, morto nesta semana no Paquistão, teve seu nome ligado à Fórmula 1, mais precisamente à equipe Williams, quando a construtora de sua família estampou o nome Bin Laden na lateral de seus carros.

Entre 1979 e 1981, a Williams deu um enorme salto de qualidade, graças ao dinheiro vindo do mundo árabe, boa parte do grupo de Bin Laden.

Naquele período, o time de Frank Williams conquistou um título de pilotos (com o australiano Alan Jones em 1980) e dois de construtores (em 1980 e 1981).

As vitórias e títulos de seus pilotos não podiam ser comemorados com champanhe no pódio, em razão das bebidas alcoólicas serem proibidas nos países de religião islâmica.

Foi um período de consolidação da equipe, fundada em 1978 e que até hoje totalizou sete títulos mundiais de pilotos e nove de construtores.

A situação da Williams, hoje, é bem distinta.

Não marcou nenhum ponto nas três etapas de 2011 com sua dupla Rubens Barrichello e Pastor Maldonado e amarga um jejum de vitórias desde 2004, quando o colombiano Juan Pablo Montoya venceu o Grande Prêmio do Brasil, em Interlagos.

A Williams FW07 de Alan Jones, em 1979.