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2009 - Jenson Button

A Temporada de Fórmula 1 de 2009 foi a 60ª temporada da história do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula 1. A temporada contou com 17 rondas, começando no Grande Prémio da Austrália, a 29 de Março de 2009, acabando por terminar no Grande Prémio de Abu Dhabi (em estreia), a 1 de Novembro de 2009.

Jenson Button e a Brawn GP conquistaram os títulos de pilotos e constructores, respectivamente, no Grande Prémio do Brasil, a penúltima ronda do campeonato. Tanto para Button, como para a Brawn, foram os seus primeiros sucessos na Fórmula 1. Também para a história dos campeonatos mundiais ficou o facto de, pela primeira vez, uma equipa ter ganho o campeonato no ano de estreia. Jenson tornou-se o 10º britânico a vencer o Mundial, sendo também a 1ª vez que dois britânicos venceram o campeonato em anos consecutivos (Hamilton tinha-o feito no ano anterior). Graham Hill (1968) e Jackie Stewart (1969) tinham feito o mesmo, mas não eram ambos ingleses como no caso de Button e Hamilton.

Dez equipas participaram no Campeonato Mundial, após uma mudança radical nas regras numa tentativa da FIA em cortar custos devido à crise, e, também, em melhorar o espectáculo nas pistas. Para o último caso, foram trazidos de volta os pneus slicks, mudanças enormes nas restrições aerodinâmicas e a introdução do KERS (Kinetic Energy Recovering System, ou seja, Sistema Cinético de Recuperação de Energia), numa das maiores mudanças no regulamento de um ano para o outro de sempre.

A equipa Brawn, que surgiu das cinzas da Honda F1, conquistou seis triunfos nas sete primeiras corridas, muito devido ao facto de terem passado os 2 anos anteriores a trabalhar no carro desta temporada. Devido a isto, a equipa conquistou muitos pontos no início do ano, com as outras equipas a apenas terem chegado a esse nível a partir da segunda metade do ano.

No início do ano, Bernie Ecclestone (presidente da FOM) tentou colocar em prática o "sistema de medalhas", no qual afirmava que quem conquistasse a vitória (ouro) mais vezes deveria levar o título. Acabou por falhar em colocar a sua ideia em prática, nem para este ano, nem em 2010.

Até 2009, a F-1 havia vivido na segunda metade da década de 2000 uma verdadeira epopeia em altíssimo nível, cujo clímax havia sido o fantástico campeonato de 2008 - um Mundial para lavar a alma, com direito a quase tudo o que um bom campeonato pode proporcionar. Tudo isso após uma decisão tripla em 2007 e o duelo entre o "Rei" e o "Príncipe" em 2006.

A verdade é que após o final do campeonato de 2007, era impossível imaginar algo ainda melhor em 2008, mas isso aconteceu. E novamente, após 2008, era impossível imaginar um campeonato mais emocionante e competitivo em 2009. Em função disso, as previsões eram um tanto quanto imprecisas e giravam em torno da continuidade, não do imprevisível.

Por exemplo: McLaren e Ferrari eram apontadas como favoritas óbvias. BMW Sauber surgia como postulante ao título, bem como a Red Bull, que agora contaria com o fenômeno Sebastian Vettel, já tido como um piloto verdadeiramente diferenciado. A Renault ainda tinha Fernando Alonso, a Toyota era a incógnita de sempre e a Honda... bem, a Honda havia fechado as portas no fim de 2008 e, às vésperas do início do campeonato de 2009, havia surgido sob a batuta de Ross Brawn, rebatizada como Brawn GP e contando com Jenson Button e Rubens Barrichello em seus cockpits.

Como se vê, ou a disputa pelo título seria épica, ou seria um porre. Eram muitos os candidatos ao estrelato. Pelo menos quatro equipes com um piloto de ponta. Mas quando os carros finalmente foram à pista para os testes de pré-temporada, a realidade do campeonato já estava estabelecida: surpreendentemente, seria a recém-nascida Brawn GP contra o resto.

E por resto, entenda-se apenas a Red Bull, a Force India (!) e, nas últimas provas do campeonato, a renascida McLaren. A Ferrari, de desempenho pífio, foi a equipe mais perdida do ano. Com decisões erradas do início ao fim, foi o time que mais sofreu com o fim dos testes ao longo do ano e, para piorar, perdeu Felipe Massa para o restante do Mundial após o grave acidente no treino classificatório para o GP da Hungria, voltando a escolher mal, muito mal, seu substituto: a princípio, Michael Schumacher. Depois do frissom e da desistência do alemão por problemas físicos, restou o pífio Luca Badoer. Após duas provas, foi a vez de Giancarlo Fisichella conseguir a proeza de não marcar nenhum pontinho em seis corridas. Sem dúvida, o fiasco do ano.

Enquanto isso, Brawn GP e Red Bull colecionavam vitórias. O "problema", para os fãs da F-1 e até mesmo para os rivais do time recém-criado por Ross Brawn, é que após o GP da Turquia - sétima etapa do campeonato - o campeão mundial já estava praticamente definido. E era Jenson Button. Dono de assustadoras seis vitórias em sete corridas.

O britânico deu início à já lendária saga da equipe ao conquistar pole e vitória logo na estreia dos carrinhos brancos, em Melbourne, na Austrália. De quebra, veio a dobradinha, com Rubens Barrichello em segundo. Algo que não acontecia desde 1954, quando a Mercedes - curiosamente, fornecedora de motores da Brawn GP - conseguiu atingir o mesmo feito, com Juan Manuel Fangio e Karl Kling.

Na Malásia, uma rara tempestade provocou a interrupção da prova no momento em que Button liderava o pelotão. Mais uma vitória para o inglês, desta vez valendo apenas a metade dos pontos.

Na China, no entanto, foi a vez de Sebastian Vettel atingir sua própria marca histórica: sob chuva, o alemão, recém-contratado pela Red Bull, levou sua equipe à primeira vitória na história e tornou-se um dos raros pilotos a levar duas equipes diferentes ao primeiro triunfo de suas histórias - em 2008, Sebastian venceu a única da Toro Rosso até o momento.

No entanto, do Bahrein em diante, só deu Button. Vitórias no deserto asiático, na Espanha, no Principado de Mônaco e na Turquia. Após sete provas, o placar mostrava Jenson com 61 pontos, contra 35 de Barrichello. O brasileiro aparecia como único rival do britânico, mas apesar da igualdade de condições, nem de longe era uma ameaça.

A partir do GP da Inglaterra, porém, o campeonato ganhou novos temperos - nada que fosse suficiente para criar uma disputa eletrizante pelo título ou para ameaçar a liderança de Button no campeonato. Serviu apenas para deixar o suspense no ar e adiar uma conquista que, desde o início do campeonato, já era dada como certa.

Em Silverstone, a vitória ficou com Vettel, que pulou para 39 pontos, contra 41 de Barrichello, ainda vice-líder. Na Alemanha, foi a vez de Mark Webber triunfar pela primeira vez na carreira, em uma atuação genial, com direito a 'drive through' e um ritmo alucinante após a punição. A Red Bull, definitivamente, era a única rival visível da Brawn GP. Neste momento, Vettel assumiu a vice-liderança e Webber pulou para o terceiro lugar. Ambos relegaram Barrichello à quarta posição no campeonato.

No caótico fim de semana na Hungria, no entanto, foi a vez de Lewis Hamilton vencer a primeira na temporada e recolocar a McLaren no caminho das vitórias. E foi somente no GP da Europa, em Valência, 11ª etapa do campeonato, que Rubens Barrichello finalmente voltou a vencer, após um jejum de mais de cinco anos. O triunfo deu novo ânimo ao brasileiro na luta pelo título, mas já era um tanto quanto tarde para uma reação. Naquele momento, o placar mostrava 72 pontos para Button contra 54 de Rubinho.

E quando todos esperavam que o brasileiro finalmente seria capaz de fazer frente a seu companheiro de equipe, veio o GP da Bélgica. Jenson ficou na largada e deixaria o caminho livre para Rubens, mas o brasileiro mais uma vez teve uma largada ridícula e, em prova de recuperação, logrou apenas o sétimo posto e descontou sua desvantagem para o líder do campeonato em míseros dois pontos. A prova, vencida por Kimi Räikkönen, marcou a atuação heróica de Giancarlo Fisichella, dono da pole position e da segunda posição final a bordo de uma modesta Force India.

Nem mesmo a excepcional vitória em Monza, na Itália - a terceira no circuito italiano -, foi capaz de fazer Barrichello encostar em Button - tudo porque o britânico completou a dobradinha da inacreditável Brawn GP. Restando quatro provas para o fim, o inglês liderava com 80 pontos, contra apenas 66 do brasileiro.

Para sonhar com o título, Rubens teria que chegar no mínimo à frente de Jenson nas etapas finais de 2009 - missão na qual falhou logo na etapa seguinte, em Cingapura, em prova vencida por Hamilton. No Japão, o triunfo ficou nas mãos de Vettel, que de quebra voltou a ameaçar a vice-liderança de Barrichello, sétimo colocado - Button chegaria em oitavo.

No Brasil, diante de sua torcida, o brasileiro voltou a viver momentos de glória: em uma sessão classificatória para lá de caótica em função da chuva, Rubens levou sua Brawn GP à pole position, com seu companheiro de equipe apenas em 14°. Se a corrida terminasse assim - e poderia perfeitamente terminar, já que a previsão de chuva para a prova era de 90% -, Barrichello sairia de Interlagos apenas quatro pontos atrás de Jenson e deixaria a decisão para a última corrida, em Abu Dhabi.

Mas o tradicional autódromo paulistano testemunhou uma tarde de sol a pino, de uma atuação estrondosa de Button - que galgou posições até cruzar a linha de chegada em quinto lugar - e de mais um dos intermináveis capítulos de azar de Rubens, que vinha para um consolador terceiro lugar até ver seu pneu furar a menos de cinco voltas para o final, cruzando a linha de chegada apenas em oitavo e vendo seu companheiro de equipe comemorar seu primeiro título mundial na categoria.

O GP de Abu Dhabi serviu apenas para cumprir tabela, mas trouxe boas disputas, atuações de destaque - como a de Kamui Kobayashi, que já havia roubado a cena em sua estreia, no Brasil - e uma excelente dobradinha da Red Bull, com Sebastian Vettel chegando à quarta vitória no ano e assegurando o vice-campeonato mundial.

Um campeonato morno com um campeão ao "acaso", moldado ao estilo perfeccionista do gênio Ross Brawn. Após o fim do campeonato, a Brawn GP foi vendida para a Mercedes e entrou para a história como a única equipe a disputar uma única temporada e ter 100% de aproveitamento, assegurando os títulos de Pilotos e Construtores. O time, que havia custado o valor simbólico de £ 1 às mãos do engenheiro inglês, foi vendido para a montadora alemã por £ 70 milhões. Talvez este tenha sido o melhor negócio da história da F-1, algo que, por todo o contexto, faz de Ross, e não de Button, o grande campeão de 2009.

Não existem carros com os números 18 e 19 pelo abandono da Honda F1, e não existe o número 13 porque em 1926, o piloto Giulio Masetti morreu pilotando um carro de mesmo número. Desde então, algumas categorias automobilísticas aboliram o número.

Brendon Hartley só recebeu a sua super-licença prévia para o Grande Prêmio da Espanha. Por isso, David Coulthard passou a ser segundo piloto tanto da Toro Rosso quanto da Red Bull nas corridas seguintes.

Em 16 de julho de 2009, a Toro Rosso anunciou oficialmente a demissão do francês Sébastien Bourdais, alegando que o piloto não correspondia as expectativas da equipe.

E em 20 de julho, a equipe anunciou o jovem espanhol Jaime Alguersuari como companheiro de Sébastien Buémi.

Após a acidente de Felipe Massa em Hungaroring, Michael Schumacher foi anunciado como substituto enquanto o piloto brasileiro estivesse afastado Porém com fortes dores no pescoço causadas por um acidente de moto em fevereiro, Michael não pode assumir o lugar de Massa e Luca Badoer assumiu o posto. No entanto, com os maus resultados em Valencia e em Spa, a Ferrari confirmou Giancarlo Fisichella, da Force India, como novo substituto. O piloto de testes Vitantonio Liuzzi assumiu o lugar de Fisichella.

Durante os treinos livres de sexta para o Grande Prêmio do Japão, Timo Glock foi substituído por Kamui Kobayashi. O motivo da substituição foi recomendação médica; Glock estava gripado, e os médicos recomendaram repouso, a fim de que ele pudesse se recuperar a tempo do treino livre de sábado.

Timo Glock não participou do GP do Brasil e do GP de Adu Dhabi devido a um acidente sofrido pelo piloto no GP do Japão. O piloto foi substituído pelo japonês Kamui Kobayashi, piloto de testes da Toyota

Sistema de pontuação
  • 1º lugar – 10 pontos
  • 2º lugar – 8 pontos
  • 3º lugar – 6 pontos
  • 4º lugar – 5 pontos
  • 5º lugar – 4 pontos
  • 6º lugar – 3 pontos
  • 7º lugar – 2 pontos
  • 8º lugar – 1 ponto

2007 - Kimi Räikkönen

A Temporada de Fórmula 1 de 2007 foi a 58° temporada de Fórmula 1 realizada pela FIA. Começou oficialmente em 18 de Março de 2007 e encerrou-se em 21 de Outubro. Foi a primeira temporada após a aposentadoria do heptacampeão Michael Schumacher. Nesse ano foi excluído o Grande Prêmio de San Marino. Com isso, começou um rodízio entre o Grande Prêmio da Europa e o Grande Prêmio da Alemanha: em 2007, em Nürburgring; em 2008 em Hockenheim; em 2009, novamente em Nurburgring. Outra mudança é no Grande Prêmio do Japão, que deixa de ser disputado em Suzuka e volta para o Fuji International Speedway.
 
Devido à punição imposta à McLaren por espionagem, pela qual a equipe foi excluída do campeonato de construtores, a Ferrari sagrou-se antecipadamente campeã desta temporada no GP da Bélgica.
 
O campeonato chegou à ultima corrida indefinido, com três pilotos disputando o título: Lewis Hamilton, favorito; Fernando Alonso na segunda posição e Kimi Räikkönen, que era o piloto com menos chances de título, mas, que devido a uma combinação de resultados, acabou campeão da temporada.
 
Sebastian Vettel correu nos E.U.A. devido à ausência de Robert Kubica, que bateu no GP do Canadá. O jovem alemão, que se tornou o piloto mais jovem a pontuar na F-1, foi efetivado como piloto titular da equipe STR a partir do GP da Hungria, após um desentendimento entre o norte-americano Scott Speed e Franz Tost, o dirigente da equipe, no GP da Europa.
Christijan Albers foi piloto da Spyker até ser despedido pela equipe dois dias depois do GP da Inglaterra, quando chegou em décimo-quinto lugar. No GP da Europa, Markus Winkelhock foi o piloto titular. O alemão, o holandês Giedo van der Garde, o austríaco Christian Klien e o espanhol Adrián Vallés (que chegou a afirmar em entrevista que correria já a partir do GP magiar) disputaram a vaga do holandês. Nenhum dos quatro pilotos ganhou a vaga, que ficou com o japonês Sakon Yamamoto.
Após o GP da China, Alexander Wurz decidiu aposentar-se como piloto titular na Fórmula 1. Para substituir o austríaco na última prova da temporada, o GP do Brasil, a Williams chamou o piloto de testes Kazuki Nakajima. Nelsinho Piquet também estava na briga por esta vaga.
No primeiro ano após a aposentadoria de Michael Schumacher, a emoção voltou à Fórmula 1 na temporada 2007 com mais um duelo Ferrari-McLaren.
Na Ferrari havia a aposta em dois pilotos: Kimi Raikkonen, duas vezes vice-campeão mundial, e Felipe Massa, terceiro colocado no campeonato anterior.
Enquanto a McLaren incorporou o bicampeão mundial Fernando Alonso à equipe e apostou no jovem e desconhecido piloto britânico Lewis Hamilton.
Toda a expectativa era em torno de mais um título de Alonso e ninguém acreditaria que Hamilton seria mais do que mero coadjuvante diante do bicampeão.
Mas o inglês surpreendeu a todos pela sua ousadia e regularidade. Ficou no pódio nas oito primeiras corridas da temporada e chegou à última prova do ano liderança do campeonato.
Porém, no momento decisivo, Lewis Hamilton pecou pela inexperiência. Ele errou no último embate e abriu caminho para que o título fosse decidido entre Kimi Raikkonen e Fernando Alonso. Com uma atuação impecável, o piloto da Ferrari venceu o GP do Brasil e sagrou-se campeão mundial pela primeira vez.
Enquanto os dois pilotos da McLaren ficaram com a mesma quantia de pontos, apenas um ponto atrás de Kimi.
O campeonato da F-1 em 2007 já gerava enorme expectativa desde antes mesmo de seu início. O mercado de pilotos havia movido suas principais peças e a estrela maior, Michael Schumacher, estaria ausente de sua primeira temporada desde 1991. A expectativa para descobrir quem seria, de fato e de direito, o novo "rei" após a aposentadoria do alemão, era enorme.
Ferrari e McLaren se armaram para a disputa. A equipe de Maranello contratou, a peso de ouro, Kimi Räikkönen. O finlandês teria a nada fácil missão de substituir Schumacher e de superar Felipe Massa, prata da casa e "queridinho" da escuderia italiana. Por outro lado, Ron Dennis trouxe, enfim, Fernando Alonso, atual bicampeão mundial, para substituir o finlandês e conquistar o título que não vinha desde 1999.
A Renault, dona dos dois últimos títulos de Pilotos e Construtores, havia mantido o pouco combativo Giancarlo Fisichella e promovido a estreia de um finlandês aparentemente promissor, Heikki Kovalainen, campeão da GP2 no ano anterior. Havia pouco a se esperar dos franceses, portanto, a disputa deveria ser polarizada entre Ferrari e McLaren.
Alonso era o grande favorito, já que dividiria a equipe com um jovem promissor que estava apenas fazendo sua estreia na categoria: Lewis Hamilton, o primeiro negro a pilotar oficialmente um carro de F-1. Na Ferrari, sabia-se que Kimi e Felipe travariam um duelo feroz e roubariam pontos um do outro, o que poderia comprometer não só a disputa em si como também o relacionamento interno entre ambos.
Todas as atenções estavam voltadas para a dupla Ferrari. Poucos imaginavam, no entanto, que a "bomba" explodiria na dupla da equipe inglesa.
O campeonato de 2007 foi fantástico do início ao fim. A começar pela vitória de Räikkönen logo em sua primeira corrida pela Ferrari, no GP da Austrália, imediatamente ofuscando Massa, que mais uma vez enfrentou uma prova problemática na pista de Melbourne e cruzou a linha de chegada em sexto lugar.
 
No entanto, até mesmo a vitória de Kimi foi ofuscada pelo estreante Hamilton, que manteve um ritmo alucinante durante toda a prova, atacando zebras e pilotando de forma agressiva, e cruzou a linha de chegada em 3º lugar, subindo ao pódio em sua primeira prova na F-1.
Lewis continuou roubando a cena na prova seguinte, na Malásia, quando deu um show para cima de Massa e completou a dobradinha da McLaren em prova vencida por Alonso, que assumia a liderança do campeonato com 18 pontos, contra 16 de Räikkönen e 14 do jovem inglês.
No Bahrein, enfim, a primeira vitória de Felipe, após dois resultados muito ruins nas duas primeiras etapas. A combinação de resultados promovia um inédito empate triplo na liderança do campeonato, com Alonso, Räikkönen e Hamilton levando os mesmos 22 pontos, apenas cinco a mais que o brasileiro da Ferrari.
Na Espanha, quarta etapa do Mundial, a surpresa maior: após conquistar seu quarto pódio consecutivo - três deles na 2ª posição -, Lewis assumiu a liderança do campeonato, com 30 pontos, dois a mais que Alonso e três a mais que Massa, que com mais uma vitória, pulou para a terceira posição e entrou de vez na disputa.
Até o momento, apesar da surpreendente disputa interna na McLaren, o clima na equipe de Woking era de paz. Mas o cenário mudaria bruscamente a partir do GP de Mônaco, quinta etapa de 2007. Alonso, vencedor da prova, passou todas as 72 voltas com seu companheiro de equipe literalmente colado na traseira de seu carro. Hamilton tinha um melhor desempenho, mas não ganhou o aval de Ron Dennis para tentar a ultrapassagem sobre o espanhol.
Após a prova, o jovem britânico - que agora dividia a liderança do campeonato com seu companheiro de equipe, ambos com 38 pontos - reclamou publicamente da postura da McLaren e do próprio Alonso e inciou um processo de pressão interna que começou a implodir a relação dentro do time.
 
No GP do Canadá, após cinco pódios consecutivos e quatro segundos lugares, Lewis finalmente chegou à sua primeira vitória e disparou na pontuação, assumindo isoladamente a liderança do Mundial, oito pontos à frente de Alonso e 15 à frente de Massa, 3º colocado. O inglês repetiria a dose em Indianápolis e ampliaria para dez pontos sua vantagem.
A F-1 havia se livrado do dominante Schumacher, para ver um jovem estreante vindo "do nada" parecer praticamente perfeito em sua pilotagem e em seus resultados. Hamilton estava pronto para a F-1 e se encaminhava para ser o primeiro campeão estreante em todos os tempos.
O campeonato parecia estar nas mãos da McLaren, que aparentemente tinha o melhor carro do grid, levemente superior à Ferrari. Na França, Lewis fez o necessário para chegar a seu incrível oitavo pódio consecutivo, enquanto Alonso foi apenas o sétimo colocado. Räikkönen voltaria a vencer após seis provas, mas estava nada menos que 22 pontos atrás de Hamilton, que já abria 14 de vantagem para seu companheiro de equipe. Um verdadeiro banho em meio a tanto equilíbrio.
Na Inglaterra, Kimi tornou-se o primeiro piloto na temporada a vencer mais de duas provas: seu terceiro triunfo o recolocou na terceira posição, novamente à frente de Massa, mas ainda 18 pontos atrás do líder do campeonato.
Foi no GP da Europa, uma das provas mais emocionantes da temporada, que o Mundial de Pilotos voltou a ganhar equilíbrio: Hamilton não marcou pontos e Alonso ganhou a vitória na raça, superando Massa em dura disputa a apenas três voltas do final. A tabela, agora, mostrava 70 pontos para Lewis, contra 68 de Alonso e 59 de Felipe. Räikkönen, quarto colocado, aparecia com 52.
Na Hungria, o ponto alto da rivalidade entre Hamilton e Alonso: inconformado com a estratégia da McLaren, que claramente favorecia o inglês, o espanhol parou seu carro nos boxes durante o treino de classificação e impediu a entrada de Lewis para seu reabastecimento, prejudicando o britânico, que não conseguiu registrar uma nova volta rápida.
Punido com a perda de cinco posições no grid, Fernando viu seu rival vencer e voltar a disparar na liderança do campeonato. Ambos cortaram relações e transformaram o ambiente dentro da escuderia de Woking em um verdadeiro inferno.
Na Turquia, 12ª etapa do campeonato, Massa venceu, mas apesar de estar à frente de Räikkönen, aparecia 15 pontos atrás de Hamilton. A disputa pelo título parecia restrita à dupla da McLaren, e as comparações com a rivalidade entre Senna e Prost em 1988 eram inevitáveis.

Na Itália, Alonso deu show, fez pole, vitória e volta mais rápida e diminuiu para apenas três pontos a diferença para Lewis. Massa terminaria a prova à frente de Kimi, mas uma quebra em seu motor Ferrari fez com que o finlandês completasse o pódio e assumisse a terceira posição no campeonato. O brasileiro não conseguiria mais alcançar seu companheiro de equipe.
Em Spa-Francorchamps, Räikkönen voltou a vencer. No entanto, o finlandês tinha apenas 84 pontos, contra 95 de Alonso e 97 de Hamilton. Restando apenas três provas para o final, as chances do finlandês eram cada vez menores. Felipe já estava praticamente fora da disputa.
Na antepenúltima prova do campeonato, no Japão, Lewis tornou-se o virtual campeão. Infernal, o inglês dominou a prova, ficou com a vitória e ainda viu seu companheiro de equipe abandonar a prova, com Kimi apenas em terceiro. Na tabela, o inglês tinha 12 pontos de vantagem para Alonso e 17 para Räikkönen, com apenas 20 pontos em disputa. O título, histórico, era apenas uma questão de confirmação.
Mas o esporte às vezes pode ser traiçoeiro. Hamilton desembarcou na China precisando apenas de um quinto lugar para erguer a taça. O clima, instável, era favorável ao inglês, que se mostrou um bom piloto na chuva.
A largada foi dada com asfalto molhado e chuva. Aos poucos, a chuva parou e a pista foi secando. Lewis, com pneus para pista molhada, atrasou seu pit-stop, se manteve na pista e travou um duelo desnecessário com Räikkönen pela liderança, com direito a um toque entre ambos e à clara vantagem do finlandês que, já com pneus para pista seca, assumiu a liderança da prova.
No giro seguinte, o piloto da McLaren entrou no pit lane para enfim trocar os pneus. Afobado, atrasou demais a freada para a curva que dava acesso aos boxes e passou reto, atolando em uma traiçoeira caixa de brita instalada bem ao lado do curto traçado. Era o primeiro erro crasso de Hamilton na temporada, na antepenúltima corrida do ano. Fim de prova para o britânico, vitória de Kimi, com Alonso em segundo.
Restava apenas uma prova, o GP do Brasil. Lewis ainda era o líder do campeonato, com 107 pontos, contra 103 de Fernando e apenas 100 de Kimi, que ainda tinha pequenas chances matemáticas de ficar com a taça. Interlagos testemunharia uma histórica decisão tripla pelo título.
No grid, Massa, já sem chances de ser campeão e cumprindo o papel de escudeiro de Räikkönen na quase impossível missão de conquistar o título, sobrou e cravou a pole position. Hamilton, em seu segundo "match point", conquistou a segunda posição, com Kimi em terceiro e Alonso em quarto.
Na largada, o brasileiro manteve a ponta, Kimi pulou para a segunda posição e trouxe Alonso consigo. Em má largada, Lewis despencou para a quinta posição.
Na segunda volta, as câmeras mostram as imagens de uma McLaren se arrastando pela pista. Era o carro de nº 2. O carro de Hamilton, que havia caído para a última posição e dava indícios de que abandonaria a prova. No entanto, poucos metros depois, o inglês conseguiu retormar o desempenho norma de sua McLaren. Por engano, o jovem piloto havia apertado em seu volante o botão "N", de Neutral, e seu carro havia entrado em ponto morto. Quando o próprio britânico corrigiu o problema, era tarde demais.
Mesmo em prova de recuperação, Hamilton não conseguiu ir além da sétima posição final. Na frente, a Ferrari acertou na estratégia e, após o último pit stop, Kimi surgiu à frente de Felipe, para assumir a liderança da prova e não perdê-la mais. Alonso, terceiro, dependia da vitória para ficar com o título.
Desta forma, no resultado mais improvável possível, o azarão Räikkönen conquistou seu primeiro título mundial, em uma virada espetacular, pulando para 110 pontos, contra 109 de Hamilton e de Alonso. Do campeão ao terceiro colocado, apenas um mísero ponto de diferença.
Para complicar a situação da McLaren, o time perdeu todos os pontos conquistados ao longo do ano - pontos que lhe valeriam o título Mundial de Construtores - em função do escândalo do StepeneyGate, onde dois funcionários da equipe prateada roubaram dados confidenciais de projetos da Ferrari. A escuderia britânica ficou também sem Fernando Alonso, que deu um pé em Ron Dennis e voltou para a Renault.
Uma temporada imprevisível, equilibrada e realmente inesquecível.
Sistema de pontuação
  • 1º lugar – 10 pontos
  • 2º lugar – 8 pontos
  • 3º lugar – 6 pontos
  • 4º lugar – 5 pontos
  • 5º lugar – 4 pontos
  • 6º lugar – 3 pontos
  • 7º lugar – 2 pontos
  • 8º lugar – 1 ponto

2003 - Michael Schumacher

A Temporada de Fórmula 1 de 2003 foi a 54° realizada pela FIA. Teve como campeão o alemão Michael Schumacher, da Ferrari, sendo vice-campeão o finlandês Kimi Räikkönen, da McLaren.

Diferentemente do ano anterior, a temporada 2003 de Fórmula 1 foi palco de uma grande disputa entre pilotos de três equipes diferentes: Ferrari, McLaren e Williams.

Porém, com um diferença de apenas dois pontos, o alemão Michael Schumacher sagrou-se hexacampeão mundial, um novo recorde na F1.

Kimi Raikkonen, vice-campeão, mostrou grande competência em sua segunda temporada pela McLaren e se credenciou como uma das principais revelações da categoria.

Enquanto Juan Pablo Montoya, terceiro colocado, mostrou-se ser muito rápido e colocou a Williams no quadro das equipes novamente.



 A F-1 estava chata. A audiência despencava em todos os cantos do planeta, até na Alemanha, terra de Michael Schumacher, único responsável pelo enorme porre no qual havia se transformado a categoria. Afinal, havia levado os três últimos títulos mundiais de forma arrasadora, praticamente sem disputa, tamanha a superioridade dele próprio e da Ferrari.

Bernie Ecclestone e Max Mosley, preocupados unicamente com o prejuízo financeiro que a queda brusca de audiência trazia para a categoria e para seus pobres e humildes bolsos britânicos, decidiram propor um novo formato de pontuação para equilibrar a disputa pelos títulos de Pilotos e Construtores. Assim, desapareceu o tradicional sistema no qual os seis primeiros colocados pontuavam na ordem 10-6-4-3-2-1 e entrou em vigor o regulamento que premiava os oito primeiros colocados, na ordem 10-8-6-5-4-3-2-1. Isso tudo, claro, em meio a regras esdrúxulas como a proibição da troca de pneus, por exemplo - algo que claramente favoreceu a Michelin e prejudicou a Bridgestone, fornecedora, entre outras equipes, da Ferrari.

Supervalorizar a segunda posição era uma tentativa clara de diminuir a importância das frequentes vitórias de Schumacher e forjar um pouco de emoção no campeonato. No entanto, este foi apenas um dos fatores que transformaram a temporada de 2003 em uma das mais divertidas e movimentadas da década, apesar da clara ausência de rivalidade.
 

Tudo porque a Ferrari, ao contrário de 2001 e 2002, não fez um supercarro imbatível para 2003, a Williams-BMW teve uma reação quase épica a partir do GP de Mônaco, a McLaren voltou a lutar pelas primeiras posições e até mesmo a Renault, que desde sua volta à F-1 era apenas uma equipe mediana, apareceu na luta por poles e vitórias e apresentou ao mundo um certo Fernando Alonso, a quem ninguém dava muita bola até sua surpreendente pole-position no GP da Malásia, segunda etapa da temporada.

Todos estes ingredientes juntos transformaram o campeonato de 2003 em uma espécie de "um contra todos", com oito vencedores diferentes - algo que não acontecia dese 1985 - e uma verdadeira luta de Juan Pablo Montoya, Ralf Schumacher, Kimi Räikkönen e até Rubens Barrichello contra o pentacampeão Schumacher.

David Coulthard foi o primeiro líder da tabela de pontos, após sua vitória na Austrália. Na etapa seguinte, na Malásia, foi a vez de Räikkönen conquistar sua primeira vitória e pular para a liderança, em um ano que começava 100% prateado e dava indícios de uma nova hegemonia da McLaren. Na terceira etapa, o caótico GP do Brasil deu a Giancarlo Fisichella sua primeira vitória e o alçou à quarta posição do Mundial. Nesta altura, Kimi era o líder disparado, 18 pontos à frente de Schumacher.

Em San Marino, quarta etapa de 2003, o alemão finalmente venceu e "acordou" para a disputa do título. No entanto, a nova regra de pontuação começou a fazer evidente diferença. Räikkönen seguia na liderança, já que após dois segundos lugares consecutivos, havia pulado para 32 pontos, quase o dobro do piloto da Ferrari.


Na Espanha, Michael venceu a segunda seguida e Kimi abandonou. A diferença entre ambos caiu para apenas quatro pontos, e diminuiria para dois no GP da Áustria, vencido pelo alemão, com o finlandês mais uma vez em segundo lugar. A disputa parecia restrita apenas ao veterano tedesco e ao promissor nórdico.

No entanto, na etapa seguinte, em Mônaco, a Williams acordou e passou a mandar no campeonato. A vitória ficou com Juan Pablo Montoya, que iniciaria ali uma recuperação fulminante para se intrometer na disputa pelo título.

Ainda houve tempo para, no Canadá, Schumacher vencer e assumir a liderança do campeonato, finalmente superando o regular Räikkönen na classificação. No GP da Europa, nova vitória da Williams, desta vez de Ralf Schumacher, com direito a dobradinha. A equipe de Grove faria mais uma dobradinha na etapa seguinte, na França, novamente com o irmão de Michael na primeira posição.

Na Inglaterra, o show foi de Barrichello. Em uma de suas melhores atuações em todos os tempos, o brasileiro fez Räikkönen, Ralf e Montoya comerem poeira e, na pista, conquistou uma vitória arrasadora e deu indícios de que poderia se intrometer na disputa do título, mas ficou apenas na ameaça.

Na Alemanha, o colombiano da Williams não apenas venceu como contou com um raro abandono de Räikkönen e com um modestíssimo sétimo lugar de Schumacher para assumir a vice-liderança do campeonato e ficar a apenas seis pontos do alemão.


Mas o ponto alto da temporada viria na etapa seguinte, na Hungria, 13ª prova do ano. Além de marcar a primeira vitória de Alonso na categoria, o circuito de Budapeste proporcionou uma combinação de resultados que fez com que Schumacher ficasse com 72 pontos, contra 71 de Montoya e 70 de Räikkönen. A apenas três provas do fim da temporada, o campeonato estava totalmente em aberto.

No entanto, mais uma vez, Schumi iniciou sua arrancada para o título em Monza, na Itália. Após um duelo fantástico com o colombiano da Williams na primeira volta, Michael se manteve na liderança e levou a vitória, com Juan Pablo em segundo lugar e Kimi apenas em quarto. O campeonato seguia em aberto, mas já começava a cair nas mãos do alemão.

Na penúltima prova de 2003, nos Estados Unidos, a chuva marcou presença e embaralhou completamente a corrida. Por alguns instantes, Montoya teve a vitória e a liderança do campeonato nas mãos, com Schumacher fora da zona de pontuação. No entanto, uma forte chuva despencou ainda na primeira metade da prova e o sul-americano se viu obrigado a completar praticamente duas voltas inteiras com pneus para pista seca debaixo de um verdadeiro temporal. Perdendo posições e cometendo uma série de trapalhadas, Juan Pablo recebeu bandeira preta e foi eliminado da disputa pelo título.

A vitória, mais uma vez, ficou nas mãos de Schumacher, com Räikkönen, mais uma vez, em segundo lugar. O piloto da Ferrari era o virtual campeão. Com dez pontos em disputa, sua vantagem para Kimi era de 9 pontos. Só um milagre tiraria o sexto título das mãos do alemão.

E o milagre quase veio. Em Suzuka, no Japão, Michael largou apenas em 14º, com Räikkönen na oitava posição. Após um grid completamente embaralhado pela chuva que havia caído no treino de classificação, a corrida obviamente recolocou as coisas em sua devida ordem e, apesar de Barrichello, pole position, seguir na liderança, em pouco tempo o finlandês da McLaren já era o segundo colocado, com Schumacher lutando para se manter em oitavo lugar, posição limite para lhe assegurar o título.

No entanto, após o primeiro pit-stop de Rubens, Räikkönen assumiu a liderança e Michael, após um toque com Takuma Sato, da BAR, precisou de uma parada extra para trocar o aerofólio dianteiro e caiu para o décimo lugar. Neste momento, o finlandês era o campeão.


Mas logo as coisas voltaram à normalidade e, com Barrichello vencendo a prova e Kimi em segundo lugar, Schumi conquistou seu sexto título mundial ao cruzar a linha de chegada exatamente em oitavo. Com 93 pontos, contra 91 de Räikkönen, o alemão manteve sua hegemonia e livrou a F-1 de um erro histórico, o de premiar com um título mundial um piloto que havia conquistado apenas uma vitória ao longo da temporada - Michael havia vencido seis vezes, contra inacreditáveis sete segundos lugares do finlandês.

Recordista de títulos, de vitórias, de voltas mais rápidas, de pontos e de corridas lideradas. Schumacher já era o maior piloto da história em 2003. Faltava apenas um recorde: o de pole-positions, que ainda pertencia a Ayrton Senna.

  • A Jaguar ofereceu um teste a Pizzonia, porém ele saiu da equipe, e mais tarde voltou para a equipe BMW-Williams para ser piloto de testes.
  • Marc Gené substituiu Ralf Schumacher na Williams, no GP da Itália.
  • Ralph Firman sofreu lesões como resultado da colisão durante o treino livre do GP da Hungria. Firman foi substituído por Zsolt Baumgartner em duas corridas, e retornou para os dois últimos GPs da temporada.
  • Tendo começado a temporada como piloto da Minardi, Justin Wilson juntou-se mais tarde a equipe Jaguar para ocupar a vaga deixada por Antônio Pizzonia, devido ao baixo desempenho, para as últimas 5 corridas da temporada.
  • O dinamarquês Nicolas Kiesa ocupou a vaga de Wilson na Minardi.
  • Após uma sequência de resultados decepcionantes em 2003, Jacques Villeneuve foi substituído pelo piloto de testes Takuma Sato na equipe BAR para o GP do Japão.
Sistema de pontuação – F1 2003
  • 1º lugar – 10 pontos
  • 2º lugar – 8 pontos
  • 3º lugar – 6 pontos
  • 4º lugar – 5 pontos
  • 5º lugar – 4 pontos
  • 6º lugar – 3 pontos
  • 7º lugar – 2 pontos
  • 8º lugar – 1 ponto