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Niki Lauda de Escort
Niki Lauda e Família
Na foto de 1984 temos o piloto austríaco Niki Lauda sua esposa Marlene e seus filhos em um passeio por Ibiza.
Memórias do Inferno: Lauda fala sobre seu acidente
O jornal Lance publicou um infográfico sobre o acidente ocorrido com Niki Lauda em Nüburgring.
Não é que Niki Lauda não goste de falar sobre seu acidente quase fatal na pista de Nürburgring, em 1º de agosto de 1976, por alguma espécie de trauma. Ele simplesmente já se cansou de falar sobre um assunto do qual é sempre perguntado quando aparece por lá.
Mas ver no espelho as marcas daqueles momentos angustiantes nunca foi problema para um homem que sempre se recusou a fazer cirurgias plásticas estéticas.
– Eu me queimei e esta é a aparência de alguém que ficou 50 segundos sentado no fogo. Se alguém se assusta com isso, azar – falou Niki na Alemanha, usando um boné vermelho sem nenhum patrocínio já que a empresa de seu acordo anterior, Money Service Group, faliu.
O fato de Lauda poder usar um boné se deve à ação heróica de outros quatro pilotos que correram aquele GP da Alemanha de 1976: o italiano Arturo Merzario, o inglês Guy Edwards, o alemão Harald Ertl e o americano Brett Lunger são nomes praticamente desconhecidos do grande público, mas foram eles que se jogaram no inferno em que se transformou a Ferrari de Lauda para resgatá-lo após um acidente na segunda volta daquela prova:
– Eu me queimei e esta é a aparência de alguém que ficou 50 segundos sentado no fogo. Se alguém se assusta com isso, azar – falou Niki na Alemanha, usando um boné vermelho sem nenhum patrocínio já que a empresa de seu acordo anterior, Money Service Group, faliu.
O fato de Lauda poder usar um boné se deve à ação heróica de outros quatro pilotos que correram aquele GP da Alemanha de 1976: o italiano Arturo Merzario, o inglês Guy Edwards, o alemão Harald Ertl e o americano Brett Lunger são nomes praticamente desconhecidos do grande público, mas foram eles que se jogaram no inferno em que se transformou a Ferrari de Lauda para resgatá-lo após um acidente na segunda volta daquela prova:
– No dia do acidente, um torcedor me pediu um autógrafo no paddock. E pediu para eu escrever a data também. Quando perguntei o motivo, ele falou que poderia ser minha última corrida. Graças a Deus que não foi.
A conversa sobre o tema acaba aí. A vida de Lauda seguiu nos últimos 35 anos, nos quais ele teve cinco filhos de três relacionamentos diferentes e abriu duas companhias aéreas – a segunda ele dirige até hoje.
O austríaco ganharia outros dois títulos após uma recuperação incrível – veja as lesões de Lauda no quadro ao lado e números das fases de sua carreira no infográfico acima.
Além disso, a relação com a F-1 segue: aos 62 anos, ele é comentarista da TV alemã. Ao L!, ele projetou a briga pelo título de 2011 – veja acima
O austríaco ganharia outros dois títulos após uma recuperação incrível – veja as lesões de Lauda no quadro ao lado e números das fases de sua carreira no infográfico acima.
Além disso, a relação com a F-1 segue: aos 62 anos, ele é comentarista da TV alemã. Ao L!, ele projetou a briga pelo título de 2011 – veja acima
fonte: lance.com.br
Retorno de Campeão
Depois de uma tentativa frustrada de retorno pela Ferrari, após o grave acidente de Felipe Massa no treino classificatório para o GP da Hungria de 2009, Michael Schumacher voltou a F1 e na minha opinião passa vergonha.
Em 60 anos de história, porém, tivemos vários exemplos de pilotos importantes que voltaram da aposentadoria ou de outras categorias para assumir um cockpit na Fórmula-1. Confira abaixo um apanhado geral com os principais nomes:
José Froilán Gonzales
O argentino José Froilán Gonzales, vice-campeão mundial em 1954 e que escreveu seu nome na história ao levar a Ferrari à primeira vitória na categoria, pode ser apontado como o primeiro piloto de importância a reaparecer na F-1.
José Froilán González, GP da Argentina de 1960
Após ter disputado o Campeonato de forma completa até 1954, ele fez aparições isoladas, até 1957. Afastado durante três anos da categoria, “El Cabezón” reapareceu com a Ferrari no Grande Prêmio da Argentina de 1960 e acabou em décimo.
Mike Hailwood
O inglês Mike Hailwood estreou na Fórmula-1 em 1963, quando ainda lutava pelo terceiro título mundial na motovelocidade. Depois de alternar as disputas em duas e quatro rodas até 1965, resolveu se dedicar exclusivamente às motos, onde conquistou dez títulos mundiais.
Mike Hailwood, GP da Alemanha de 1974
Sua volta à categoria se deu em 1971, na equipe do ex-campeão das 500cc John Surtees. Retirou-se em definitivo da categoria em 1974, depois de fraturar as duas pernas em um acidente com a McLaren no circuito de Nürburgring, na Alemanha.
Dan Gurney
O americano Dan Gurney esteve na Fórmula-1 entre 1959 e 1969. Foi o autor da primeira vitória das escuderias Porsche e Brabham, ambas no Grande Prêmio da França, respectivamente em 1962 e 1964.
Dan Gurney, GP da Holanda de 1970
Em 1966 ele construiu seu próprio carro, o belíssimo “Eagle AAR”, e teve uma grande gloriosa, em junho de 1967, quando venceu o Grande Prêmio da Bélgica e, sete dias depois, as 24 Horas de Le Mans.
Após um ano de ausência, Gurney voltou à Fórmula-1 em razão do falecimento de seu amigo Bruce McLaren. Contudo, correu apenas três provas e obteve um sexto lugar como melhor resultado.
Mario Andretti
Mario Andretti, GP da Itália de 1982
Primeiro campeão com um carro de efeito solo, Mario Andretti decidiu se retirar da Fórmula-1 em 1981. Voltou no GP de Long Beach do ano seguinte para substituir o argentino Carlos Reutemann na Williams.
Ainda na mesma temporada, realizou os Grandes Prêmios de Las Vegas e o da Itália pela Ferrari. No templo de Monza, Andretti fez bonito ao conquistar a pole e a terceira posição na corrida.
Niki LaudaNiki Lauda, GP da Suíça de 1982
Niki Lauda deixou a Fórmula-1 em 1978, após ser campeão mundial pela Ferrari em 1975 e 1977. Depois de quatro anos de aposentadoria, retornou em 1982 pela McLaren, onde ganhou o terceiro mundial de sua carreira, em 1984.
O austríaco deixou a categoria definitivamente no final da temporada de 1985.
Alan Jones, GP da Itália de 1985
Alan Jones, segundo piloto australiano a ser campeão mundial, deixou a categoria em 1981.
No entanto, ele voltou para a Fórmula-1 em duas ocasiões: na primeira, pela Arrows, substituiu o brasileiro Chico Serra no Grande Prêmio de Long Beach de 1983. Posteriormente, reapareceu com o projeto Lola-Beatrice, em 1985.
Nigel Mansell
Nigel Mansell, GP da França de 1994
O inglês Nigel Mansell competiu entre 1981 e 1992, levando o título no último ano, pela Williams. Depois de alguns desentendimentos com os diretores da equipe em sua renovação de contrato, resolveu encarar o desafio da Fórmula Indy, onde foi campeão já no ano seguinte.
Por conta da morte de Ayrton Senna, retornou à Fórmula-1, em 1994, pela própria Williams. Bastante criticado, o inglês obteve uma única vitória, na Austrália, e se retirou em 1995, com duas provas disputadas pela McLaren.
Alain Prost
Alain Prost, GP de Portugal de 1993
O penúltimo grande retorno foi de Alain Prost. Após deixar a Ferrari em 1991 e ter conseguido três Mundiais pela McLaren (1985, 1986 e 1989), o francês tirou um ano sabático em 1992.
Na temporada seguinte, o professor acabou voltando para a Williams e conseguiu seu quarto título. Em seguida, deixou de vez a categoria.
Jacques Villeneuve, pela Sauber, em 2005
Campeão do Mundo em 1997, com a Williams, o canadense Jacques Villeneuve viveu sua primeira fase na F-1 entre 1996 e o Grande Prêmio do Japão de 2003.
Afastado desde então, retornou pelas mãos de Flavio Briatore, na Renault, que o chamou para substituir o desafeto Jarno Trulli nas últimas corridas de 2004.
Depois, ele completou mais duas temporadas, pela Sauber e pela então estreante BMW-Sauber, mas nunca retornou ao pódio.
fonte: blogsportf1
O que é isso Lauda?
O austríaco em um raro momento de descontração.
Nota-se ainda uma enorme etiqueta da BOSS, patrocinadora da McLaren, pendurada no terno.
Teria sido uma foto de divulgação da marca?
Nota-se ainda uma enorme etiqueta da BOSS, patrocinadora da McLaren, pendurada no terno.
Teria sido uma foto de divulgação da marca?
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